FREQUENCIAS VIBRATORIAS
Para
aqueles que estão iniciando os caminhos da espiritualidade, queremos, de acordo
com os ensinamentos de nosso amado mentor Pai Cipriano, explanar um assunto
muito controverso e que por motivo de ignorância ou má fé tem causado muita
confusão e incompreensão a muitos praticantes de Umbanda; o nome com que cada
entidade se apresenta nos templos de Umbanda.
O
nome com o qual nossos guias se apresentam, representa a frequência vibratória na
qual a entidade plasma sua personalidade astral que irá se manifestar no mundo físico
através do médium. Ao longo dos anos e por motivos diversos criou-se arquétipos
para representar cada linha de entidades que trabalham na Lei de Umbanda, com
isso, acabou-se por “padronizar” as manifestações mediúnicas. Cada Entidade,
assim como os encarnados, é um ser único com suas peculiaridades e
personalidade própria. O médium ao assumir o arquétipo de determinada Entidade
cria em seu campo mental um grave entrave ao seu processo evolutivo, pois
acomoda-se e deixa de buscar a sua própria evolução moral, mental e espiritual,
o que é de fundamental importância para o aperfeiçoamento de sua faculdade mediúnica.
Para
que a manifestação mediúnica seja o mais verdadeira possível é imprescindível limpar
todos os miasmas, egrégoras e vestígios de vidas passadas que ainda se
encontram plasmadas no campo anímico do médium. Em buscando o seu equilíbrio cármico
o médium acaba por oferecer uma frequência vibratória favorável a uma
incorporação positiva e verdadeira. Este processo de elevação de padrão vibratório
será tão rápido ou tão lento quanto a disposição do médium em reconhecer
a necessidade de uma reformulação em sua personalidade, livrando-se assim das
amarras que porventura o prendam aos campos mentais inferiores, pois; segundo
as leis universais semelhante atrai semelhante. Purificando e depurando seu
campo áurico o médium torna-se apto a captar as sublimes e sutis vibrações dos
Guias de Luz sem que essas vibrações se distorçam ou se percam nas profundezas do
desequilíbrio mental e cármico do médium.
Você
é único, seu guia é único, portanto, sua jornada na busca pela redenção
espiritual também é única. Evite comparar sua vida, sua incorporação e seu
atual estágio evolutivo com o de outros companheiros de jornada, pois cada um
tem seu próprio tempo. Ao participar de uma corrente vibratória você está
oferecendo o que de melhor você possui neste instante de sua vida e isto já basta
para o universo entender que você está se esforçando e ira lhe retribuir com
toda a assistência de que você necessitar, inclusive com dores e percalços que
irão lhe ajudar a purificar e santificar sua alma.
Não
importa o nome de seu guia espiritual, ou como ele se manifesta através de você,
o que realmente importa é a transformação que esta troca mediúnica realiza em você,
toda a entidade de luz que se manifesta nas linhas de Umbanda traz em si os princípios
dos ensinamentos do Cristo fundamentado no amor universal. Faça como sua
entidade e imite o grande mestre Jesus e tudo se tornara fácil apesar dos
percalços inerentes ao exercício das boas práticas mediúnicas. Exponha a si
mesmo seus defeitos e não se envergonhe deles, pois a correção dos mesmos te
levarão ao padrão vibratório angelical, lugar de onde todos, bons e maus um dia
saímos e forçosamente em algum momento no espaço-tempo haveremos de retornar.
Ótimo texto! Esclarecedor.
ResponderExcluir